
Foi o que me aconteceu ao longo deste ano.
O raio do pão com manteiga estatelou-se tanta vez no mosaico que já lá tenho as marcas. (no sentido literal da coisa, também.) E só quem as tem, é que sabe o quanto custa tirar nódoas.
A verdade é que 2009 não me trouxe nenhuma fornada de pãezinhos quentes estaladiços ou fiambre e queijo para meter entre fatias. Trouxe-me, quanto muito, margarina (às vezes, rançosa) em pão de forma já fora de validade. E mesmo esse, caiu virado para baixo e foi duro de roer. O ‘diabo’ deu uma de padeiro e eu andei mesmo a comer o que ele amassou.
De ‘maneiras’, que vou começar o novo ano em regime. Acabaram-se as torradas, a manteiguinha, o doce e tudo o mais que seja propenso a atrair porcaria. Se algo tiver que experimentar o soalho, que o ‘conduto’ dê para soprar, sacudir, dizer “ninguém viu” ou “o que não mata, engorda. É bom para criar defesas” e seguir em frente.
Vou dedicar-me às bolachas e às tostas (integrais, pois claro). E na eventualidade destas irem ao tapete, cá estarei para as apanhar. Ou não. Mas uma coisa é certa: não será pão com manteiga.
E longe de querer entrar no negócio da panificação… 2010 vai ser um ano do caraças.
(em todo o caso, vou também começar a limpar o chão da cozinha com mais afinco. Só naquela.)